O Movimento N.S. de Guadalupe, criado no Rio de Janeiro em 1987, tem como finalidade combater a interrupção da gravidez, usando a informação como único instrumento de trabalho.
A proposta é muito simples: baseia-se na convicção de que:
• a interrupção da gravidez, e
• a campanha contrária à nossa obrigação de defender a vida uterina, é o resultado de uma ampla desinformação.
De modo geral, as pessoas:
• não sabem o que é um aborto;
• não fazem idéia da violência que se comete contra um ser absolutamente indefeso;
• não se dão conta das seqüelas que ficam na mulher que aborta e na sua família;
• não se dá conta que esse trauma supera qualquer dificuldade que ela poderia enfrentar se decidisse pela vida de seu filho; e
• não avaliam a covardia desse ato, cruel e bárbaro - incompatível com o mundo civilizado, incompatível com os ensinamentos de Cristo.
Assim, há dois níveis de desinformação:
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Por isso, o Movimento deseja mostrar que não basta ser contra o aborto.
É necessário também:
• Incentivar debates em torno do assunto;
• Educar aqueles que não sabem que existe vida desde o primeiro instante da concepção;
• Reunir pessoas em torno desta corrente de defesa da vida nascente.
A partir desta proposta, diversas obras sociais foram criadas pelo Movimento, todas elas no Brasil, e sob a inspiração de N. S. de Guadalupe:
Recuperar Valores familiares – Todo trabalho do Movimento é voltado para este fim.
Investir em Educação – Este trabalho é feito por meio de investimentos de recursos e tempo em educação (palestras informativas de conscientização em escolas e demais instituições), e na formação profissional de mulheres.
Ajudar Mulheres na 3ª Idade – O Movimento apóia mulheres que, devido às mais diversas circunstâncias, perderam suas referências familiares, não tendo quem lhes ofereça amparo na velhice. Esta obra é inspirada na Real Sociedade Belga de Beneficência, uma organização fundada em 1852, que ajuda mulheres idosas.
Este trabalho consiste,
no oferecimento de condições mínimas de sobrevivência, custeando despesas essenciais ao resgate da dignidade. O Movimento cobre os custos básicos de uma mulher na 3ª idade, que, de fato, esteja desamparada, tais como luz, gás, telefone, aluguel, condomínio, IPTU, remédios e reposição de utensílios domésticos.
E, quando necessário, também lhe é oferecida uma pequena ajuda financeira, para a cobertura de gastos do dia-dia.
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